Pra falar de amor

Divagações eternas de uma mente com muitas lembranças

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Senta aqui do meu ladinho, deixa eu te contar uma “nova teoria” que descobri observando as pessoas.

Antes de qualquer coisa, você deve saber alguns detalhes (dois, na verdade):

  1. Eu gosto MESMO de observar o mundo a minha volta, ainda que seu comportamento não seja decifrável a curto prazo, gosto desse desafio de conhecer alem das mascaras que as pessoas se colocam;
  2. Eu não tenho o MINIMO interesse de convencer ninguém que possuo A verdade, esta é só uma teoria, minha, portanto verdadeira para mim (e, talvez, apenas para mim)

Descobri que é mais fácil conhecer o caráter verdadeiro de alguém observado atos ou omissões que ela comete com pessoas que não lhe são interessantes, em nenhum aspecto.

Quando nos apaixonamos, arrumamos um novo emprego, entramos num curso novo, saímos com os amigos, queremos fazer uma boa impressão a família do (a) namorado (a) novo… Quando o “outro” é alguém que tem significância é fácil/comum/esperado que sejamos o melhor de nós mesmos. Usamos todas as boas maneiras que mamãe ensinou, somos educados, preocupados, prestativos… Uns docinhos de coco!

Basta a pessoa ser algo qualquer para colocarmos acento no sabor desse docinho e virarmos umas pestes, certo? Nem tanto.

Como toda boa (e inútil) teoria, essa aconteceu com um “pé no popô”. Eu já estive do outro lado uma única vez, que tenha certeza (sou meio devagar nessas coisas de joguinhos românticos – se a criatura não falar C-O-M T-O-D-A-S A-S L-E-T-R-A-S eu não percebo mesmo) e tive cuidado, delicadeza e compaixão. Não, não sou santa/perfeita/madura nem nada dessas coisas… Eu só tento ao máximo cumprir algo que me foi ensinado desde nova, “não faça com os outros o que você não quer que façam com você”.

O resumo da opera é: sentimentos alheios, ainda que desprezíveis para nós, são sentimentos e um dia, você pode ser o “alheio” de alguém que vai te pisar/humilhar sem pedir licença ou mandar um pedido de desculpas. Isso não resume nada, mas eu não preciso saber concluir esse texto, preciso?

Escrito por Tatiana

11/09/2011 em 7:05 PM

Mais do mesmo…

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Hoje, só hoje, me abraça e não me fala “isso vai passar, é só uma fase ruim”

Hoje, só hoje, me abraça apertado e faz do silencio do momento tudo que eu mais preciso pra melhorar

Hoje, só hoje, me promete de novo, olhando nos olhos (como da primeira vez), que não vai desistir de mim

Hoje, só hoje, me faz sentir que “a gente” é mais que palavra que se junta, que “eu gosto de você” não é passageiro e que “você é importante pra mim” significa exatamente isso.

 

 

 

Não cabe mais em mim, empresta seu coração, só um pouco?

Escrito por Tatiana

28/12/2010 em 11:19 PM

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S07E01

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“Quando dizemos coisas como “as pessoas não mudam”, deixamos os cientistas loucos.
Porque a mudança é literalmente a única constante da ciência.
Energia… matéria… estão sempre mudando.
Transformando-se, fundindo-se, crescendo…
Morrendo.
O modo como as pessoas tentam não mudar que não é natural.
Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos.
Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criarmos novas.
O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas contrarias, de que algo nessa vida é permanente.

A mudança é constante.

Como experimentamos a mudança depende de nos.
Pode parecer a morte, ou uma segunda chance.
Se relaxarmos os dedos… Desapegamos-nos… Irmos em frente…
Pode ser adrenalina pura.
Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance.
Como se a qualquer momento pudéssemos nascer de novo.”

Escrito por Tatiana

10/11/2010 em 2:15 PM

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Need you??

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E se o Mark Darcy não tivesse voltado para a Bridget?

E se o Principe se perdesse no meio do caminho e a Princesa não fosse salva?

E se no final da novela, não achassem o vilão?

E se não tivesse o casamento, o final feliz e o The End?

Como a vida segue quando o seu “final feliz” não é o final que se tem?

Como a vida segue quando só acaba pro outro aquilo que pra você sempre foi pra sempre?

Pra quem se diz “boa noite” e “bom dia” com brilho nos olhos agora?

Tempo tempo… pra alguns, faz tanto tempo.

Tempo tempo… tudo que preciso, tudo que pareço não perceber passar *e como ele passa rápido*

Escrito por Tatiana

12/08/2010 em 5:48 PM

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Não Adianta

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“Não vai mudar
Promessas nem rezas
Não vai voltar
O tempo, os dias
Fecha os olhos pra ter a sensação
Aquela tarde não é mais não
Não adianta
Vizinhos, polícia
Não vai voltar
O tempo, os dias
Em que tudo ainda estava no lugar
Abra os braços, abrace o que sobrar”
Não Adianta - Os Paralamas do Sucesso

Escrito por Tatiana

28/07/2010 em 3:51 PM

“Coloque um titulo aqui”

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Esperança, coisinha mais cruel.

Eu me coloco nessa montanha russa, me sujeito a uma onda turbulenta de emoções, e sou eu que sinto as conseqüências (físicas) de tudo isso.

Hoje não quero ficar triste, pq ainda resta algo dessa tal esperança dentro de mim. Mas acordei com saudade, então vou me permitir ficar quieta.

Escrito por Tatiana

08/07/2010 em 11:11 AM

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Uma rapidinha… quase um suspiro.

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A chuva deu uma trégua hoje. Um sol fraquinho e tímido veio me acordar.

Ele faz companhia pra uma luzinha que mora em mim. Uma luzinha de esperança que insiste em morar aqui dentro. Ela me diz todos os dias que a espera não é em vão, que o amor não é em vão…

Eu ainda preciso acreditar nela, sei lá por que.

Escrito por Tatiana

04/07/2010 em 3:40 PM

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Algumas portas deveriam permanecer fechadas, pra sempre.

E eu, teimosa, insistentemente teimosa, fui cutucar o que deveria ter ficado quieto.

Deveria mesmo?

Ah! A cruel duvida do “se”. A cruel certeza do “nunca mais”.

As palavras foram duras, absolutas, frias, mas os gestos, os olhares, os beijos…

Eu quero ver esperança onde não existe, eu quero ver uma luz onde não há mais nada. Talvez porque eu realmente precise acreditar, talvez porque eu realmente precise sofrer.

Mas sofro agora, de forma física. Nem todos os mais poderosos remédios estão conseguindo me curar. Já fui internada, já tomei injeções e soros, e a boca continua machucada, a garganta dolorida, o corpo entregue.

O coração não consegue curar.

O olho não tem brilho.

Não vejo tanta esperança e beleza no mundo.

E eu só queria que você não tivesse medo. Só isso.

“And so it’s
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time”

Escrito por Tatiana

03/07/2010 em 2:25 PM

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Ausência

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Ausência (Vinícius de Morais)

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar seus olhos que são doces…
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres exausto…
No entanto a tua presença é qualquer coisa, como a luz e a vida…
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto…
E em minha voz, a tua voz…
Não te quero ter, pois em meu ser tudo estaria terminado…
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados…
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada…
Que ficou em minha carne como uma nódoa do passado…
Eu deixarei…Tu irás e encostarás tua face em outra face…
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada…
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu…
porque eu fui o grande íntimo da noite…
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa…
Porque os meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
E eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém, porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas,
serão a tua voz presente, tua voz ausente, a tua voz serenizada.

Escrito por Tatiana

20/05/2010 em 4:33 PM

Fora do ar!

with

É isso! Tchau, Adeus, Até breve!! (ou não)

Escrito por Tatiana

10/01/2010 em 1:59 PM

Na categoria Rapidinhas

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