Pra falar de amor

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Algumas portas deveriam permanecer fechadas, pra sempre.

E eu, teimosa, insistentemente teimosa, fui cutucar o que deveria ter ficado quieto.

Deveria mesmo?

Ah! A cruel duvida do “se”. A cruel certeza do “nunca mais”.

As palavras foram duras, absolutas, frias, mas os gestos, os olhares, os beijos…

Eu quero ver esperança onde não existe, eu quero ver uma luz onde não há mais nada. Talvez porque eu realmente precise acreditar, talvez porque eu realmente precise sofrer.

Mas sofro agora, de forma física. Nem todos os mais poderosos remédios estão conseguindo me curar. Já fui internada, já tomei injeções e soros, e a boca continua machucada, a garganta dolorida, o corpo entregue.

O coração não consegue curar.

O olho não tem brilho.

Não vejo tanta esperança e beleza no mundo.

E eu só queria que você não tivesse medo. Só isso.

“And so it’s
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time”

Escrito por Tatiana

03/07/2010 às 2:25 PM

Na categoria Olhando pra dentro...

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